A aplicação de máscaras é um dos aspectos mais importantes quando da pintura dos modelos.
Em linhas gerais, aplicar uma máscara corresponde a esconder uma parte do modelo para pintar a área que ficará descoberta. Com isso, é possível reproduzir muitos padrões de pinturas normalmente observadas nos carros.
No caso desta montagem, dois tipos de estratégias foram usadas para as máscaras. A primeira é o uso de fita adesiva para cobrir as áreas, conforme pode ser mostrado nas figuras abaixo (clique para ampliar). A fita que usei é fabricada pela Tamiya, e a comprei em uma loja online de modelismo. Primeiramente, as áreas mostradas foram pintadas de branco e depois mascaradas, para receber a tinha preta, como mostrado na primeira e na segunda fotos. A terceira e a quarta fotos mostram o resultado. Note que serão necessários alguns retoques, pois, especialmente nas áreas curvas, a máscara não funcionou 100%.
A segunda técnica é o uso de máscara líquida. A Acrilex produz uma máscara deste tipo que pode ser encontrada nas lojas de artesanato. Eu vi na internet uma receita caseira que é feita com uma mistura de 50% de cola branca e 50% de detergente líquido (lava-louças). Eu usei esta mistura na área próxima do cockpit, como mostrado na figura abaixo, onde ela está sendo retirada, após a aplicação da tinta preta da cobertura do painel. Eu apliquei a mesma com um palitinho de dente.
As duas técnicas tem os seus prós e contras, mas podem ser usadas onde você achar mais confortável. Usar a fita é mais prático quando os limites são retos, e a máscara líquida é mais prática quando os limites são curvos, pois é difícil conseguir o isolamento necessário, já que a fita é plana.
domingo, 26 de outubro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
Peugeot 905 - Início da pintura das peças
Oi Pessoal, tudo bem?
Bom, depois de analisar a sequência de montagem, chegou o momento de fazer a pintura das peças da miniatura. Desta vez, eu estou usando tinta óleo (ou enamel) e usando exclusivamente pincel. Como solvente, estou usando o Ecosolv, da Acrilex.
Pintar com tinta óleo e pincel não é tão complicado. Mas é necessário manusear cuidadosamente o solvente.
Na figura a seguir, tem-se a pintura dos elementos da primeira grade de peças. Note que diversas cores foram usadas, respeitando as características do modelo: preto, prateado e vermelho. Clique na imagem para ampliar.
Para inspiração, segue uma foto do Peugeot 905 exatamente na configuração que está sendo montada. Fantástico, não?
A segunda parte da pintura merece um post a parte, pois foram usadas duas técnicas diferentes para mascarar partes do modelo: fita adesiva e máscara líquida caseira.
Até lá!
Bom, depois de analisar a sequência de montagem, chegou o momento de fazer a pintura das peças da miniatura. Desta vez, eu estou usando tinta óleo (ou enamel) e usando exclusivamente pincel. Como solvente, estou usando o Ecosolv, da Acrilex.
Pintar com tinta óleo e pincel não é tão complicado. Mas é necessário manusear cuidadosamente o solvente.
Na figura a seguir, tem-se a pintura dos elementos da primeira grade de peças. Note que diversas cores foram usadas, respeitando as características do modelo: preto, prateado e vermelho. Clique na imagem para ampliar.
A segunda parte da pintura merece um post a parte, pois foram usadas duas técnicas diferentes para mascarar partes do modelo: fita adesiva e máscara líquida caseira.
Até lá!
domingo, 14 de setembro de 2014
MDI - Lista de Exercícios de Derivadas
Esta lista de exercícios foi feita com base no material que os estudantes de Engenharia de Produção da turma da noite do primeiro ano estão usando para se preparar para a prova do assunto Derivadas. O vídeo pode ser maximizado, pois está em HD.
Também serve para todos aqueles que queiram estudar ou relembrar o assunto.
Também serve para todos aqueles que queiram estudar ou relembrar o assunto.
sábado, 6 de setembro de 2014
Nova montagem - Peugeot 905
Depois de pouco mais de dois meses sem postagens, vamos retomar o ritmo. Como não podia deixar de ser, temos um novo projeto para começar. A montagem do Peugeot 905.
Este carro foi na realidade o último de uma linhagem de carros do antigo Campeonato Mundial de Esporte Protótipos. Foi um carro muito vitorioso. Inclusive, venceu duas vezes as 24 horas de Le Mans, em 1992 e em 1993. Neste último ano, inclusive, a equipe Peugeot ficou com os três primeiros lugares da corrida. Ou seja, domínio total.
Este kit é da marca francesa Heller. A escala dele é 1:24. A caixa, com um desenho muito bonito do carro, é mostrada abaixo.
Este carro foi na realidade o último de uma linhagem de carros do antigo Campeonato Mundial de Esporte Protótipos. Foi um carro muito vitorioso. Inclusive, venceu duas vezes as 24 horas de Le Mans, em 1992 e em 1993. Neste último ano, inclusive, a equipe Peugeot ficou com os três primeiros lugares da corrida. Ou seja, domínio total.
Este kit é da marca francesa Heller. A escala dele é 1:24. A caixa, com um desenho muito bonito do carro, é mostrada abaixo.
O kit é suficientemente detalhado para mim. A qualidade das peças parece ser muito boa também. Durante a montagem, teremos condição de verificar melhor. A foto a seguir mostra as peças que fazem parte do kit.
Um dos carros foi comprado por um colecionador e reformado completamente. O primeiro teste de pista dele, após a reforma, no circuito de Magny Cours, é mostrado no vídeo a seguir. O motor do 905 é um V-10, com as mesmas especificações dos usados na Fórmula 1 na época. Assista o vídeo com o volume... alto!
Até a próxima.
domingo, 15 de junho de 2014
Montagem da Jordan 197 finalizada!
Bom Pessoal, depois de muitas aventuras, aí estão as fotos finais da montagem da Jordan 197.
Como eu comentei em alguns posts, ela não ficou perfeita, e nem deve ser este o nosso objetivo na montagem, mas sim fazermos o melhor que pudermos. Além disso, devem ser prioridades o aprendizado e a diversão durante o processo!
Como eu disse no post no início da montagem, este carro é um dos que eu acho mais bonitos. Em especial, considerando os desenhos da Cobra no bico e nas laterais do carro.
Foi a primeira vez que montei um kit em escala 1:24 da Revell e, devo dizer, gostei da escala e do fabricante.
A escala permite um grande número de detalhes do carro, sem ocupar tanto espaço na estante ou no armário quanto os modelos de escala 1:20 e 1:18. Por outro lado, a qualidade das peças e dos decais da Revell me surpreendeu muito positivamente.
Como ponto interessante, está o corte que fizemos na carenagem para ver o motor. Não encontrei nenhum outro kit na internet deste modelo onde isto foi feito (veja os primeiros posts do assunto aqui no blog). Assim sendo, esta montagem acaba tendo características únicas e pode servir como referência para alguém fazer algo semelhante, mesmo em outros kits.
Vou mais uma vez informar para quem quiser iniciar neste hobby o quanto retomá-lo após ter feito na infância, o Mercado Livre é um ótimo canal para adquirir tanto kits quanto materiais. Este kit, por exemplo, eu adquiri pelo Mercado Livre do Daniel Kataoka (daniel@onebrasil.com). Agradeço a ele por ter enviado os decais de tabaco em compensação pelo fato da embalagem ter sido molhada e danificado os decais originais.
Aqui em Belém, há duas lojas muito boas, onde você pode encontrar tanto kits quanto tintas, colas e outros materiais. Uma é a Gepeto, que fica na Conselheiro, esquina com a Doutor Moraes. A outra é a Mercatore, no IT Center. As papelarias da cidade também tem muito material útil. Além disso, a internet tem muitas informações sobre as técnicas de plastimodelismo.
Seguem então as fotos. A última delas dá uma ideia do tamanho da miniatura, basta comparar com o porta lenços.
Obrigado a todos que mandaram mensagens de apoio e Ana, Manu e Edu pelo apoio e incentivo.
Abraços!
Como eu comentei em alguns posts, ela não ficou perfeita, e nem deve ser este o nosso objetivo na montagem, mas sim fazermos o melhor que pudermos. Além disso, devem ser prioridades o aprendizado e a diversão durante o processo!
Como eu disse no post no início da montagem, este carro é um dos que eu acho mais bonitos. Em especial, considerando os desenhos da Cobra no bico e nas laterais do carro.
Foi a primeira vez que montei um kit em escala 1:24 da Revell e, devo dizer, gostei da escala e do fabricante.
A escala permite um grande número de detalhes do carro, sem ocupar tanto espaço na estante ou no armário quanto os modelos de escala 1:20 e 1:18. Por outro lado, a qualidade das peças e dos decais da Revell me surpreendeu muito positivamente.
Como ponto interessante, está o corte que fizemos na carenagem para ver o motor. Não encontrei nenhum outro kit na internet deste modelo onde isto foi feito (veja os primeiros posts do assunto aqui no blog). Assim sendo, esta montagem acaba tendo características únicas e pode servir como referência para alguém fazer algo semelhante, mesmo em outros kits.
Vou mais uma vez informar para quem quiser iniciar neste hobby o quanto retomá-lo após ter feito na infância, o Mercado Livre é um ótimo canal para adquirir tanto kits quanto materiais. Este kit, por exemplo, eu adquiri pelo Mercado Livre do Daniel Kataoka (daniel@onebrasil.com). Agradeço a ele por ter enviado os decais de tabaco em compensação pelo fato da embalagem ter sido molhada e danificado os decais originais.
Aqui em Belém, há duas lojas muito boas, onde você pode encontrar tanto kits quanto tintas, colas e outros materiais. Uma é a Gepeto, que fica na Conselheiro, esquina com a Doutor Moraes. A outra é a Mercatore, no IT Center. As papelarias da cidade também tem muito material útil. Além disso, a internet tem muitas informações sobre as técnicas de plastimodelismo.
Seguem então as fotos. A última delas dá uma ideia do tamanho da miniatura, basta comparar com o porta lenços.
Obrigado a todos que mandaram mensagens de apoio e Ana, Manu e Edu pelo apoio e incentivo.
Abraços!
Decais finais da Jordan 197
A montagem vai chegando ao final. Na figura a seguir, tem-se a parte traseira da carenagem, com todos os decais. Muito cuidado deve ser cuidado no alinhamento, checando o mesmo tanto olhando o modelo de cima, quanto de lado e por trás. É fácil cometer erros neste momento. Entretanto, com calma e paciência, chega-se aos resultados. Por exemplo, o decal "Total", na parte vermelha da carenagem, que na realidade é a tomada de ar para o motor, ficou um pouco inclinado para cima. Entretanto, não devemos esquecer que o intuito com a montagem é se divertir, buscando os melhores resultados possíveis, mas, fundamentalmente, se divertir. A propósito, Total é uma fabricante de óleos lubrificantes e combustíveis francesa, parceira histórica da Peugeot no campo esportivo.
A figura a seguir mostra os decais das laterais e de outras partes da frente do carro. Note que o aerofólio dianteiro também já está montado.
Quase lá!
A figura a seguir mostra os decais das laterais e de outras partes da frente do carro. Note que o aerofólio dianteiro também já está montado.
Quase lá!
sábado, 14 de junho de 2014
Decais da Cobra
Pensar em como aplicar estes decais tomou muito tempo de raciocínio. Na folha de decai,s ele parecia ser uma peça só,conforme mostrado na figura abaixo. Assim sendo, devido ao fato dele estar localizado em uma parte do bico onde estão também os braços de suspensão, eu ficava pensando em diversas estratégias de corte e aplicação.
Um fator complicador, como eu falei em um post anterior, era o fato deles terem sido molhados e estarem descolando da folha.
Então, um deles se soltou completamente e eu percebi que eles já eram cortados! Foi um alívio muito grande, pois eu não havia ainda chegado a uma conclusão sobre o que fazer.
Bom, então, como o que tinha soltado não tinha mais praticamente nenhuma cola, coloquei-o na água e fiz a aplicação com cera líquida. Procedi da mesma maneira para os outros decais. O resultado pode ser visto nas figuras a seguir. Eles ficaram ondulados em alguns locais, mas, considerando o estado em que estavam, eu gostei do resultado. Realmente a cera líquida faz milagres, mas também deve ser ressaltada a qualidade dos decais da Revell.
Para colar a segunda parte da cobra, é necessário ter muito cuidado com duas coisas. Primeiramente, o furo da língua da cobra deve passar exatamente pelo local onde será colocado o espelho retrovisor. Segundo, deve-se aplicá-lo de tal maneira que ocorra a simetria longitudinal do desenho, em especial da língua. Foi necessário calma. Novamente, a cera líquida ajudou muito. O resultado é mostrado nas figuras a seguir.
Daí eu aproveitei e colei logo o decal da parte superior do bico, que era uma peça só. O resultado está a seguir.
Vamos lá!
sábado, 7 de junho de 2014
Sugestão sobre como lidar com os imprevistos
Bom pessoal, segue um comentário curioso sobre esta montagem. Normalmente, antes de começar o processo, é interessante analisar com detalhes o manual de montagem e planejar mentalmente cada fase do da mesma, analisando as peças e as suas conexões.
Entretanto, há sempre a possibilidade de acontecerem problemas imprevistos.
Ao se deparar com eles, devemos analisar com bastante calma todas as alternativas. É claro que o ideal é que se faça ações preventivas para evirar os problemas.
Estou escrevendo este texto porque muitas pessoas se desestimulam em plastimodelismo por causa destes imprevistos. Mas algumas vezes há saída para eles.
No caso, aconteceu algo muito curioso. Eu simplesmente não prestei atenção que havia a boca do tanque de combustível, que deveria ser montada antes de juntar as partes inferior e superior dianteiras da carroceria. Acontece que ela é colada de dentro para fora, com um apoio para a colagem do lado interno do carro. Como eu percebi apenas depois da cola ter secado, não dava mais para colá-la. Então, pensei em tentar colar com uma pinça, mas existia um risco grande da pequena peça cair dentro do carro. Infelizmente eu não tirei uma foto do carro sem a peça, pois, confesso, fiquei nervoso com a situação.
Assim, tive uma ideia estilo meio estranha, mas que achei que poderia funcionar. Cortei uma tira de papel, de forma que pudesse inseri-la pelos pequenos espaços na fuselagem. Colei nela então a peça, passei mais cola no local onde ela tocaria por dentro a fuselagem e inseri a tira por um espaço disponível. Posicionei a peça e usei a pinça para pressioná-la, por dentro, contra a carroceria. Funcionou.
O processo é mostrado na figura a seguir.
A minha intenção era em seguida cortar os pedaços aparentes da tira de papel e deixar o restante, "para sempre", dentro do carro. Acontece que bastou eu puxar um pouquinho para o papel descolar da peça, mas esta ficar colada na carroceria. Depois, analisando com calma o que aconteceu, dá para entender pelo comportamento da cola. Ela, em contato com plásticos, age na estrutura dos mesmos, derretendo-os. Acontece que, neste estado, ocorre a colagem adequada se forem dois plásticos unidos. A ligação plástico e papel não permite a colagem por este processo.
O resultado final é mostrado na figura a seguir.
É isso aí. Este é um exemplo de que não se deve desistir.
Entretanto, há sempre a possibilidade de acontecerem problemas imprevistos.
Ao se deparar com eles, devemos analisar com bastante calma todas as alternativas. É claro que o ideal é que se faça ações preventivas para evirar os problemas.
Estou escrevendo este texto porque muitas pessoas se desestimulam em plastimodelismo por causa destes imprevistos. Mas algumas vezes há saída para eles.
No caso, aconteceu algo muito curioso. Eu simplesmente não prestei atenção que havia a boca do tanque de combustível, que deveria ser montada antes de juntar as partes inferior e superior dianteiras da carroceria. Acontece que ela é colada de dentro para fora, com um apoio para a colagem do lado interno do carro. Como eu percebi apenas depois da cola ter secado, não dava mais para colá-la. Então, pensei em tentar colar com uma pinça, mas existia um risco grande da pequena peça cair dentro do carro. Infelizmente eu não tirei uma foto do carro sem a peça, pois, confesso, fiquei nervoso com a situação.
Assim, tive uma ideia estilo meio estranha, mas que achei que poderia funcionar. Cortei uma tira de papel, de forma que pudesse inseri-la pelos pequenos espaços na fuselagem. Colei nela então a peça, passei mais cola no local onde ela tocaria por dentro a fuselagem e inseri a tira por um espaço disponível. Posicionei a peça e usei a pinça para pressioná-la, por dentro, contra a carroceria. Funcionou.
O processo é mostrado na figura a seguir.
A minha intenção era em seguida cortar os pedaços aparentes da tira de papel e deixar o restante, "para sempre", dentro do carro. Acontece que bastou eu puxar um pouquinho para o papel descolar da peça, mas esta ficar colada na carroceria. Depois, analisando com calma o que aconteceu, dá para entender pelo comportamento da cola. Ela, em contato com plásticos, age na estrutura dos mesmos, derretendo-os. Acontece que, neste estado, ocorre a colagem adequada se forem dois plásticos unidos. A ligação plástico e papel não permite a colagem por este processo.
O resultado final é mostrado na figura a seguir.
É isso aí. Este é um exemplo de que não se deve desistir.
domingo, 1 de junho de 2014
Montagem do chassis
Bom, seguem mais alguns progressos com a montagem.
A foto abaixo mostra a conexão da parte inferior do bico do carro com o banco. Uma nota curiosa é que esta concha do banco é feita sob medida para cada piloto. O processo consiste na criação de um molde que é feito com o piloto sentando no carro. Em seguida, a concha definitiva é feita, com fibra de carbono, a partir deste molde.
Em seguida, foi feito um teste com a suspensão dianteira. Na realidade, com uma parte dela. Note os discos de freio. Eu costumo destacar o aspecto de precisão nestes kits, e vale a pena mais uma vez comentar o bom trabalho do fabricante. Neste caso, a Revell. Tudo encaixa como deveria. É impressionante. O teste é mostrado na figura abaixo. Clique para ampliar.
Em seguida, foi montado o motor e a suspensão traseira no fundo plano do carro. Note que há duas grades, que foram pintadas de cinza, que são os radiadores do motor. A foto abaixo mostra o conjunto. Note também a colocação dos decais que envolvem a parte de baixo do fundo, com a série de patrocinadores em letras amarelas. Este nível de detalhe gráfico contribui bastante para o realismo do kit. Note também, ao fundo na foto, a colocação dos decais "B&H", na lateral do cockpit. Foi necessário muito cuidado para cortá-los na medida certa, em ambos os lados. Usei uma régua flexível da minha filha para conseguir isso. Foi uma parte delicada do processo. Ela envolveu primeiramente colocar os decais pretos e, sobre eles, os decais brancos com as letras.
A figura a seguir mostra a conexão das duas partes trabalhadas separadamente até aqui. Note o encaixe da estrutura preta na ponta do bico. Logo logo, ela será o suporte do aerofólio dianteiro.
Finalmente, a parte dianteira superior do cockpit foi colocada. Novamente, devemos notar a precisão nos encaixes e, pela primeira vez, ver a beleza da aerodinâmica do carro aparecendo.
Vamos lá! Até a próxima.
A foto abaixo mostra a conexão da parte inferior do bico do carro com o banco. Uma nota curiosa é que esta concha do banco é feita sob medida para cada piloto. O processo consiste na criação de um molde que é feito com o piloto sentando no carro. Em seguida, a concha definitiva é feita, com fibra de carbono, a partir deste molde.
Em seguida, foi feito um teste com a suspensão dianteira. Na realidade, com uma parte dela. Note os discos de freio. Eu costumo destacar o aspecto de precisão nestes kits, e vale a pena mais uma vez comentar o bom trabalho do fabricante. Neste caso, a Revell. Tudo encaixa como deveria. É impressionante. O teste é mostrado na figura abaixo. Clique para ampliar.
Em seguida, foi montado o motor e a suspensão traseira no fundo plano do carro. Note que há duas grades, que foram pintadas de cinza, que são os radiadores do motor. A foto abaixo mostra o conjunto. Note também a colocação dos decais que envolvem a parte de baixo do fundo, com a série de patrocinadores em letras amarelas. Este nível de detalhe gráfico contribui bastante para o realismo do kit. Note também, ao fundo na foto, a colocação dos decais "B&H", na lateral do cockpit. Foi necessário muito cuidado para cortá-los na medida certa, em ambos os lados. Usei uma régua flexível da minha filha para conseguir isso. Foi uma parte delicada do processo. Ela envolveu primeiramente colocar os decais pretos e, sobre eles, os decais brancos com as letras.
A figura a seguir mostra a conexão das duas partes trabalhadas separadamente até aqui. Note o encaixe da estrutura preta na ponta do bico. Logo logo, ela será o suporte do aerofólio dianteiro.
Finalmente, a parte dianteira superior do cockpit foi colocada. Novamente, devemos notar a precisão nos encaixes e, pela primeira vez, ver a beleza da aerodinâmica do carro aparecendo.
Vamos lá! Até a próxima.
Rodas e Pneus
A figura a seguir mostra as rodas prontas. Os pneus da miniatura são feitos de borracha e são muito bem acabados.
Para montá-los nas rodas, deve-se apenas introduzi-las e ajustar. Após fazer isso, elas ficam como na figura abaixo.
Em seguida, houve a aplicação dos decais. Mais uma vez, a ação foi facilitada pela aplicação da cera líquida e favorecida pela qualidade dos mesmos. Deve-se ter cuidado para alinhar os textos "Goodyear" e "Eagle" em lados opostos e centralizados. No ano de 1997, todos os pneus eram fornecidos pela Goodyear. As letras eram amarelas para todas as equipes.
A figura abaixo mostra parte do conjunto das peças aguardando o restante da montagem. Está progredindo.
Para montá-los nas rodas, deve-se apenas introduzi-las e ajustar. Após fazer isso, elas ficam como na figura abaixo.
Em seguida, houve a aplicação dos decais. Mais uma vez, a ação foi facilitada pela aplicação da cera líquida e favorecida pela qualidade dos mesmos. Deve-se ter cuidado para alinhar os textos "Goodyear" e "Eagle" em lados opostos e centralizados. No ano de 1997, todos os pneus eram fornecidos pela Goodyear. As letras eram amarelas para todas as equipes.
A figura abaixo mostra parte do conjunto das peças aguardando o restante da montagem. Está progredindo.
sábado, 31 de maio de 2014
Rodas, cockpit e aerofólio traseiro
Bom, depois de um período intenso de atividades, a montagem continua. A figura abaixo mostra as rodas ainda na árvore, depois de pintadas, bem como o banco, volante e cubos de rodas. Note que foram aplicados os decais amarelos das rodas. Eu pensei que seria muito mais difícil do que foi de fato. Já tinha lido que os decais da Revell eram muito bons. Tivemos a oportunidade de comprovar. Ao serem molhados e separados da folha de base, eles são muito resistentes e, com a ajuda da indispensável cera líquida, moldam-se perfeitamente ao formato cilíndrico-cônico das rodas. É apenas ajustar com calma e deixar secar.
Na figura, a seguir, o volante aparece em destaque. Já foi colocado do decalque com o símbolo da equipe no centro. Por ele ser muito pequeno, o decal tem que ser cuidadosamente ajustado. Nestes momentos você fica empolgado com os detalhes. Note que o volante não é circular, mas tem um formato para ocupar o mínimo possível de espaço.
O banco em concha do cockpit é uma peça única. A colagem dos decais dos símbolos de posicionamento de extintor, chave elétrica geral, selo da FIA e logo da equipe foram o que foi necessário, além da pintura. Na foto abaixo, tem-se, separados o painel, o volante e o banco em concha.
E, a seguir, este conjunto montado. Achei que ficou muito bacana esta parte do kit. Achei bem detalhado.
Os decais com a propaganda de cigarros estão na figura a abaixo, juntamente com os aerofólios dianteiros e traseiros, apenas para ter uma ideia da forma geral em que eles vêm organizados na cartela.
Abaixo, a parte superior do aerofólio traseiro montada, com os suportes laterais, inclusive, e com os decais aplicados. É o kit começando a ganhar vida.
Vamos lá!
O banco em concha do cockpit é uma peça única. A colagem dos decais dos símbolos de posicionamento de extintor, chave elétrica geral, selo da FIA e logo da equipe foram o que foi necessário, além da pintura. Na foto abaixo, tem-se, separados o painel, o volante e o banco em concha.
E, a seguir, este conjunto montado. Achei que ficou muito bacana esta parte do kit. Achei bem detalhado.
Os decais com a propaganda de cigarros estão na figura a abaixo, juntamente com os aerofólios dianteiros e traseiros, apenas para ter uma ideia da forma geral em que eles vêm organizados na cartela.
Abaixo, a parte superior do aerofólio traseiro montada, com os suportes laterais, inclusive, e com os decais aplicados. É o kit começando a ganhar vida.
Vamos lá!
domingo, 4 de maio de 2014
Motor e sistema de exaustão
A continuação da montagem envolveu o motor, que foi relativamente simples de montar. A única coisa a prestar atenção foi o alinhamento dos coletores de escapamento.
A figura abaixo mostra o motor, ainda sem a aplicação dos decais. É interessante notar como a unidade do motor é integrada com a caixa de câmbio e às suspensões. Eles formam um conjunto bastante compacto.
É interessante também discutirmos a necessidade dos coletores de escape, que são indicados na figura.
Por que eles tem que ter todas estas curvas? Bem, este aspecto é muito sofisticado do ponto de vista da Engenharia. O motor do carro trabalha com explosões da mistura ar-combustível, que ocorre em componentes chamados cilindros. O motor Peugeot do Jordan 197 tinha uma configuração de 10 cilindros em V, como mandava o regulamento da fórmula 1 na época. A energia liberada pela explosão move os componentes do motor chamados pistões. Uma vez tendo ocorrido a explosão dentro de cada cilindro, a mistura queimada precisa ser expulsa do mesmo, para que outra quantidade de mistura seja admitida e, em seguida, queimada. A exaustão dos gases queimados ocorre então em ciclos, obedecendo a sequência das explosões. Se os gases queimados forem direcionados para uma tubulação, estes ciclos geram oscilações de pressão na mesma. Estas oscilações, se forem controladas, acabam ajudando o próprio fluxo dos gases queimados, "puxando" a mistura queimada dos cilindros. Então, o formato alongado e curvado dos coletores de escape é feito para que estas oscilações de pressão otimizem o fluxo dos gases queimados para fora do motor. Para obter isso, é necessário calcular um determinado diâmetro e um determinado comprimento para estas tubulações. Daí o fato deles serem retorcidos, para que todos alcancem este comprimento de projeto, mantendo uma forma compacta.
Abaixo, o motor com a aplicação dos decais e da cera poliflor.
A figura abaixo mostra o motor, ainda sem a aplicação dos decais. É interessante notar como a unidade do motor é integrada com a caixa de câmbio e às suspensões. Eles formam um conjunto bastante compacto.
É interessante também discutirmos a necessidade dos coletores de escape, que são indicados na figura.
Por que eles tem que ter todas estas curvas? Bem, este aspecto é muito sofisticado do ponto de vista da Engenharia. O motor do carro trabalha com explosões da mistura ar-combustível, que ocorre em componentes chamados cilindros. O motor Peugeot do Jordan 197 tinha uma configuração de 10 cilindros em V, como mandava o regulamento da fórmula 1 na época. A energia liberada pela explosão move os componentes do motor chamados pistões. Uma vez tendo ocorrido a explosão dentro de cada cilindro, a mistura queimada precisa ser expulsa do mesmo, para que outra quantidade de mistura seja admitida e, em seguida, queimada. A exaustão dos gases queimados ocorre então em ciclos, obedecendo a sequência das explosões. Se os gases queimados forem direcionados para uma tubulação, estes ciclos geram oscilações de pressão na mesma. Estas oscilações, se forem controladas, acabam ajudando o próprio fluxo dos gases queimados, "puxando" a mistura queimada dos cilindros. Então, o formato alongado e curvado dos coletores de escape é feito para que estas oscilações de pressão otimizem o fluxo dos gases queimados para fora do motor. Para obter isso, é necessário calcular um determinado diâmetro e um determinado comprimento para estas tubulações. Daí o fato deles serem retorcidos, para que todos alcancem este comprimento de projeto, mantendo uma forma compacta.
Abaixo, o motor com a aplicação dos decais e da cera poliflor.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
O corte e a pintura
Bom pessoal, eu não sabia disso, mas fiquei sabendo por este kit. Alguns fabricantes colocam algumas opções para você no kit. Às vezes, estas opções não são claras nos manuais, o que foi o caso com este kit.
Bom, acontece que as instruções de montagem e as peças incluem um motor, junto com outras peças mecânicas. Ao procurar referências de montagens do mesmo kit pela internet, notei que o motor deve ser montado normalmente, tendo inclusive decais para serem colados sobre ele. Entretanto, quando montamos a carenagem do carro, simplesmente não há forma de ver mais o motor (!). Muitas pessoas que montaram o carro e colocaram a experiência na internet citavam este fato e se lamentavam por ter montado o motor e não mais poder vê-lo. A figura a seguir é uma parte do manual e ilustra a questão. Clique nas figuras se quiser ver ampliado.
Lembrei então de uma vez que vi em um endereço de internet instruções sobre como cortar (!) partes do kit para obter comportamentos não previstos para o mesmo. O procedimento envolve riscos. Inclusive, de destruir o kit, se não for feito com muito cuidado.
Tomada a decisão, resolvi fazer o procedimento de cortar a carenagem do motor. Assim sendo, após a montagem, poderíamos retirá-la para ver o motor.
O procedimento consistiu em fazer uma pesquisa na internet sobre como era o corte da carenagem no carro original. Achei uma figura na internet, que está abaixo, que dava uma pista.
O modelo possui uma linha que coincide com a linha de corte original. Então, foi uma questão de tomar coragem, e começar a fazer pequenos riscos com o estilete seguindo esta linha (figura abaixo).
É passar o estilete e, a cada passada, uma pequena (muito pequena) parte de material sai. Com muita paciência, sem querer fazer de uma vez e, principalmente, se cortar durante o processo. Eu inclusive acabei fazendo um pequeno corte na mão, que só notei quando vi algumas manchas vermelhas na peça. Assim sendo, extremo cuidado ao tentar algo semelhante! Depois de algumas horas, o resultado é o mostrado na figura a seguir. Recomendo fazer isso não de uma vez, mas fazer um pouco, guardar, continuar depois, sem pressa.
Não dá para ver nas fotos, mas vários riscos que não eram planejados foram feitos perto do corte. Para corrigi-los, usei uma massa específica para modelismo, chamada massa Putty (usei da marca Revell). Você passa a massa, espera secar e depois nivela com uma lixa e a pintura pode ser feita. O início do processo, com a colocação da massa, é mostrado na figura a seguir.
As peças foram então pintadas com as cores planejadas. O resultado está na figura abaixo.
Vamos lá!
Bom, acontece que as instruções de montagem e as peças incluem um motor, junto com outras peças mecânicas. Ao procurar referências de montagens do mesmo kit pela internet, notei que o motor deve ser montado normalmente, tendo inclusive decais para serem colados sobre ele. Entretanto, quando montamos a carenagem do carro, simplesmente não há forma de ver mais o motor (!). Muitas pessoas que montaram o carro e colocaram a experiência na internet citavam este fato e se lamentavam por ter montado o motor e não mais poder vê-lo. A figura a seguir é uma parte do manual e ilustra a questão. Clique nas figuras se quiser ver ampliado.
Lembrei então de uma vez que vi em um endereço de internet instruções sobre como cortar (!) partes do kit para obter comportamentos não previstos para o mesmo. O procedimento envolve riscos. Inclusive, de destruir o kit, se não for feito com muito cuidado.
Tomada a decisão, resolvi fazer o procedimento de cortar a carenagem do motor. Assim sendo, após a montagem, poderíamos retirá-la para ver o motor.
O procedimento consistiu em fazer uma pesquisa na internet sobre como era o corte da carenagem no carro original. Achei uma figura na internet, que está abaixo, que dava uma pista.
O modelo possui uma linha que coincide com a linha de corte original. Então, foi uma questão de tomar coragem, e começar a fazer pequenos riscos com o estilete seguindo esta linha (figura abaixo).
É passar o estilete e, a cada passada, uma pequena (muito pequena) parte de material sai. Com muita paciência, sem querer fazer de uma vez e, principalmente, se cortar durante o processo. Eu inclusive acabei fazendo um pequeno corte na mão, que só notei quando vi algumas manchas vermelhas na peça. Assim sendo, extremo cuidado ao tentar algo semelhante! Depois de algumas horas, o resultado é o mostrado na figura a seguir. Recomendo fazer isso não de uma vez, mas fazer um pouco, guardar, continuar depois, sem pressa.
Não dá para ver nas fotos, mas vários riscos que não eram planejados foram feitos perto do corte. Para corrigi-los, usei uma massa específica para modelismo, chamada massa Putty (usei da marca Revell). Você passa a massa, espera secar e depois nivela com uma lixa e a pintura pode ser feita. O início do processo, com a colocação da massa, é mostrado na figura a seguir.
As peças foram então pintadas com as cores planejadas. O resultado está na figura abaixo.
Vamos lá!
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